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	<description>Contadores Associados</description>
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		<title>País perde 1,5% do PIB por ano com fluxo ilegal de divisas</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2014 20:37:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="color: #000000; text-align: justify;">O Brasil perdeu, em média, o equivalente a 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ao ano entre 1960 e 2012 com a entrada e a saída de dinheiro do país de maneira ilegal, de acordo com o estudo &#8220;Brasil: Fuga &#8230;</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #000000; text-align: justify;">O Brasil perdeu, em média, o equivalente a 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) ao ano entre 1960 e 2012 com a entrada e a saída de dinheiro do país de maneira ilegal, de acordo com o estudo &#8220;Brasil: Fuga de Capitais, Fluxos Ilícitos e Crises Macroeconômicas, 1960-2012&#8243;, que será divulgado hoje pela Global Financial Integrity (GFI), organização de pesquisa e consultoria sediada em Washington.</p>
<p style="color: #000000; text-align: justify;">Os autores do trabalho chamam a atenção para o fato de os dados serem considerados extremamente conservadores, já que quase a totalidade (92,7%) do fluxo ilegal estimado é oriundo do comércio de bens.</p>
<p style="color: #000000; text-align: justify;">No total do período, o estudo estima que os fluxos financeiros ilícitos provenientes do Brasil somaram US$ 401,6 bilhões, com as somas crescendo ano a ano, conforme o comércio exterior do país foi se expandindo. De US$ 310 milhões ao ano na década de 1960, as saídas ilícitas alcançaram US$ 14,7 bilhões anuais na década passada. O movimento ganhou impulso ainda maior nos três últimos anos estudados (2010 a 2012), quando as saídas alcançaram US$ 33,7 bilhões.</p>
<p style="color: #000000; text-align: justify;">O montante mapeado deixou o país por duas vias principalmente, de acordo com Dev Kar, economista-chefe da GFI e ex-economista-sênior do Fundo Monetário Internacional (FMI): sub ou superfaturamento de transações. &#8220;O faturamento indevido no fluxo de comércio é o meio mais usado para se transferir dinheiro para fora do Brasil ilicitamente&#8221;, afirma Kar. Na média da GFI, esse tipo de transação ilegal corresponde a cerca de 80% dos fluxos financeiros ilícitos ao redor do mundo.</p>
<p style="color: #000000; text-align: justify;">A GFI também afirma que o Brasil tem se mostrado relutante em enfrentar os problemas relacionados à fuga de capitais e às saídas ilícitas de recursos, e recomenda a adoção de duas medidas pelo governo para coibir esse tipo de manobra, que drena recursos do Estado e enfraquece a economia. A primeira é a promoção de uma maior transparência em transações financeiras internacionais e nacionais. A segunda é a intensificação de esforços com outros governos para aumentar a cooperação para que sejam fechados os canais nos quais fluem os capitais ilícitos no comércio exterior.</p>
<p style="color: #000000; text-align: justify;">As duas ações devem incluir medidas legais mais robustas contra o faturamento indevido no fluxo de comércio, como a instituição da transparência na titularidade de empresas. &#8220;De um modo geral, o Brasil tem uma infraestrutura financeira bem estabelecida, um compromisso sólido com a governança democrática e muitas das leis e procedimentos necessários para coibir fluxos financeiros ilícitos&#8221;, diz Joshua Simmons, assessor para políticas da GFI e que trabalhou na seção de políticas do estudo.</p>
<p style="color: #000000; text-align: justify;">Entretanto, as vantagens que a economia brasileira possui para combater o fluxo financeiro ilegal, ainda na visão de Simmons, não são suficientes para mudar o quadro verificado nas últimas cinco décadas se não houver maior vontade política na adoção integral das medidas propostas.</p>
<p style="color: #000000; text-align: justify;">Como esse tipo de mapeamento possui óbvias dificuldades na obtenção de dados, Kar classifica os resultados como muito conservadores, já que os modelos adotados não captam todos os fluxos financeiros ilícitos provenientes do Brasil.</p>
<p style="color: #000000; text-align: justify;">&#8220;Isso é provável, já que nas nossas estimativas desenvolvidas na metodologia não estão o faturamento indevido no fluxo do comércio de serviços, o faturamento fraudulento com base no uso de uma mesma fatura em mais de uma operação, as transações realizadas por canais informais conhecidos como redes hawala e os negócios realizados com dinheiro em espécie&#8221;, diz Kar.</p>
<p style="color: #000000; text-align: justify;">Ele ainda cita que não há quantificação do montante que sai do Brasil ilegalmente proveniente de atividades como tráfico de drogas e de seres humanos e via transferência abusiva de preços entre empresas do mesmo grupo.</p>
<p>Fonte: <a title="País perde 1,5% do PIB por ano com fluxo ilegal de divisas" href="http://www.valor.com.br/brasil/3686270/pais-perde-15-do-pib-por-ano-com-fluxo-ilegal-de-divisas" target="_blank">Valor Econômico</a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> </span></p>
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		<title>Votação da medida provisória sobre imposto na nota fiscal é novamente adiada</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2014 21:12:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<div id="resumoNoticia" style="font-weight: bold; color: #999999;">
<p style="text-align: justify;">Parlamentares reclamaram de alterações do relator no texto original. O relator incluiu mudanças sobre a desativação de lixões e a legislação de energia elétrica na proposta enviada pelo Executivo.</p>
</div>
<div id="conteudoNoticia" style="color: rgb(51, 51, 51); text-align: justify;">
<p>A análise do relatório da Medida Provisória (MP) 649/14 foi adiada </p>&#8230;</div>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="resumoNoticia" style="font-weight: bold; color: #999999;">
<p style="text-align: justify;">Parlamentares reclamaram de alterações do relator no texto original. O relator incluiu mudanças sobre a desativação de lixões e a legislação de energia elétrica na proposta enviada pelo Executivo.</p>
</div>
<div id="conteudoNoticia" style="color: rgb(51, 51, 51); text-align: justify;">
<p>A análise do relatório da Medida Provisória (MP) 649/14 foi adiada mais uma vez. A votação estava prevista para a manhã desta quarta-feira, mas a ausência do relator, deputado Andre Moura (PSC-SE), impediu a apreciação do texto. O presidente da comissão mista, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), abriu a palavra aos parlamentares, mas logo encerrou a reunião.</p>
<p>A ausência do relator, aliás, foi criticada por parlamentares, que querem esclarecimentos sobre as emendas inseridas no texto.</p>
<p>O texto original da MP adia para 2015 a punição às empresas que ainda não detalham na nota fiscal ou em local visível os impostos embutidos no preço dos produtos e serviços vendidos. A regra deveria ter começado a valer em 9 de junho.</p>
<p>Além da questão das notas fiscais, o relator incluiu no texto a ampliação até 2018 da desativação dos lixões no País. O prazo para que isso fosse feito expirou em 2 de agosto deste ano sem que a maior parte dos municípios tivesse instalado aterros sanitários para a destinação adequada dos resíduos sólidos. O parecer do relator trata ainda de mudanças na legislação de energia elétrica.</p>
<p>&#8220;O fato de o relator não comparecer para abrir diálogo me parece estranho. Lamento que essa MP tenha sido desviada de função e mesmo assim não haja a possibilidade de discussão desse novo tema que foi introduzido&#8221;, disse o deputado Alfredo Sirkis (PSB-RJ), com relação à mudança no prazo de desativação dos lixões.</p>
<p>O senador Jayme Campos (DEM-MT) classificou o texto da MP de “jabuti”, em razão do grande número de temas sem relação incluídos no projeto que veio do Executivo.</p>
<p>O presidente da comissão, senador Acir Gurgacz (PDT-RO) também lamentou a falta de possibilidade de diálogo com o relator, mas disse considerar importante que o Congresso encontre uma alternativa que garanta uma solução para a destinação correta do lixo. &#8220;O fato é que o apelo de prefeitos é muito forte para que encontremos uma solução. Não podemos responsabilizar os prefeitos que assumiram há dois anos por um problema antigo&#8221;, disse o senador.</p>
</div>
<div style="color: #333333;">
<div id="proposicao" style="font-weight: bold;">
<h4 style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102); text-align: justify;">Íntegra da proposta:</h4>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a style="color: #00557d;" href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=618587"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">MPV-649/2014<br />
</span></a></span></li>
</ul>
<p>Fonte: <a title="Votação da medida provisória sobre imposto na nota fiscal é novamente adiada" href="http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/CIDADES/473807-VOTACAO-DA-MEDIDA-PROVISORIA-SOBRE-IMPOSTO-NA-NOTA-FISCAL-E-NOVAMENTE-ADIADA.html" target="_blank"><span style="color: #333333;">Câmara Notícias</span></a></p>
</div>
</div>
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		<title>OAB pede parecer sobre correção da tabela para isentos do IR</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2014 20:08:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="color: #333333; text-align: justify;">A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pediu hoje (3) à Procuradoria-geral da República preferência na apresentação do parecer sobre a ação da entidade que trata da correção da tabela para os isentos do pagamento de imposto de renda, segundo &#8230;</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #333333; text-align: justify;">A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pediu hoje (3) à Procuradoria-geral da República preferência na apresentação do parecer sobre a ação da entidade que trata da correção da tabela para os isentos do pagamento de imposto de renda, segundo a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo.</p>
<p style="color: #333333; text-align: justify;">Segundo a OAB, o reajuste prometido pelo governo para o ano que vem, por meio de uma medida provisória, perdeu validade na segunda-feira (29). O texto previa reajuste de 4,5% na tabela a partir de janeiro de 2015.</p>
<p style="color: #333333; text-align: justify;">A entidade apresentou ação direta de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal. O ministro Luís Roberto Barroso foi sorteado relator do caso. A OAB alega que há defasagem acumulada de 61,24% na tabela, no período de 1996 a 2013, de acordo com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos.</p>
<p style="color: #333333; text-align: justify;">Não há previsão para que o processo seja julgado.</p>
<p>Fonte: <a title="OAB pede parecer sobre correção da tabela para isentos do IR" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2014-09/oab-pede-parecer-sobre-correcao-de-tabela-para-isentos-do-ir" target="_blank">Agência Brasil </a></p>
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		<title>Infraestrutura portuária brasileira é entrave para comércio exterior</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2014 19:48:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p class="intro" style="color: #000000; text-align: justify;">No Encontro Brasil-Alemanha, empresários reclamam de &#8220;gargalos&#8221; que ainda emperram o transporte de mercadorias no país e defendem plano nacional de reformas.</p>
<div class="group" style="color: #000000;">
<div class="longText" style="color: #3e3e3e;">
<p style="color: #3e3e3e; text-align: justify;">&#8220;O governo brasileiro investe anualmente 35 bilhões de dólares em infraestrutura. Isso são 50 bilhões de dólares a </p></div>&#8230;</div>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="intro" style="color: #000000; text-align: justify;">No Encontro Brasil-Alemanha, empresários reclamam de &#8220;gargalos&#8221; que ainda emperram o transporte de mercadorias no país e defendem plano nacional de reformas.</p>
<div class="group" style="color: #000000;">
<div class="longText" style="color: #3e3e3e;">
<p style="color: #3e3e3e; text-align: justify;">&#8220;O governo brasileiro investe anualmente 35 bilhões de dólares em infraestrutura. Isso são 50 bilhões de dólares a menos do que deveria ser investido,&#8221; estima Wagner Cardoso, secretário-executivo do Conselho de Infraestrutura da Confederação Nacional da Indústria (CNI). &#8220;Há anos, os portos do Brasil são considerados um &#8216;gargalo&#8217; para as exportações. E isso desde muito antes de o Brasil se tornar a sétima maior economia do mundo&#8221;, diz.</p>
<p style="color: #3e3e3e; text-align: justify;">Desde o final dos anos 90, o maior país da América Latina se esforça para reformar seus portos. Na época, o governo abriu mão do monopólio sobre o maior porto do país, em Santos, concedendo licenças a empresas privadas para a operação do terminal. Em 2013, a legislação portuária foi modificada, facilitando a construção de terminais portuários por empresas privadas que podem, assim, competir com operadoras já estabelecidas.</p>
<p style="color: #3e3e3e; text-align: justify;"><strong style="color: #000000;">Leis modernas, estruturas antigas</strong></p>
<p style="color: #3e3e3e; text-align: justify;">&#8220;Temos agora uma lei portuária moderna e liberal&#8221;, disse Cardoso em entrevista à DW durante o Encontro Econômico Brasil-Alemanha, realizado em Hamburgo entre o último domingo e esta terça-feira (02/09). A eficiência na operação dos portos também aumentou desde os anos 90, reconheceu.</p>
<p style="color: #3e3e3e; text-align: justify;">Entretanto, ainda é preciso recuperar o atraso para conseguir atender à demanda crescente do comércio entre o Brasil, a Alemanha e a União Europeia (UE), por exemplo. Exportadores alemães se queixam principalmente da falta de um plano nacional para reforma do setor de transporte de mercadorias.</p>
<p style="color: #3e3e3e; text-align: justify;">&#8220;Aumento de investimentos por si só não é suficiente&#8221;, avalia Erich Staake, presidente do conselho de administração da Duisburger Hafen, administradora do porto de Duisburg, e membro do Brazil Board da Federação da Indústria Alemã (BDI). &#8220;Não é suficiente construir um porto aqui ou ali. Uma logística eficiente precisa de um plano abrangente, para assegurar a complementaridade entre os diferentes meios de transporte&#8221;, frisa Staake.</p>
<p style="color: #3e3e3e; text-align: justify;">Ele conhece o problema muito bem. Desde 2012, há negociações de cooperação entre o porto de Duisburg e o de Santos. Em março daquele ano, o executivo entregou à presidente Dilma Rousseff um plano com doze sugestões para melhorar a estrutura logística no Brasil.</p>
<p style="color: #3e3e3e; text-align: justify;"><strong style="color: #000000;">Monopólios poderosos</strong></p>
<p style="color: #3e3e3e; text-align: justify;">Um ponto importante desse plano é, segundo Staake, a quebra das estruturas existentes. &#8220;As ferrovias, por exemplo, são exploradas por três monopólios regionais&#8221;, explica. Por isso, diz, até hoje não é possível transportar, de trem, contêineres de Santos, o porto brasileiro mais importante, até a cidade de São Paulo, a 80 quilômetros de distância.</p>
<p style="color: #3e3e3e; text-align: justify;">Ele afirma que os monopólios regionais se limitam a transportar cargas como minério de ferro e grãos e não têm interesse em transportar suas mercadorias em contêineres. Além disso, não só o transporte a partir do porto é problemático, mas também o carregamento no cais, diz.</p>
<p style="color: #3e3e3e; text-align: justify;">&#8220;No porto de Santos, as mercadorias ficam estocadas por um período duas a três vezes mais longo do que no resto do mundo&#8221;, ressalta Staake. &#8220;Ao mesmo tempo, as operadoras ganham mais dinheiro do que qualquer um no setor.&#8221;</p>
<div class="picBox full " style="text-align: justify;">
<p><a class="overlayLink init" style="color: #0087eb;" href="http://www.dw.de/infraestrutura-portu%C3%A1ria-brasileira-%C3%A9-entrave-para-com%C3%A9rcio-exterior/a-17896607#" rel="nofollow"><img title="No Porto de Santos, mercadorias ficam estocadas por muito mais tempo do que no resto do mundo, diz Staake" src="http://www.dw.de/image/0,,17240457_401,00.jpg" alt="" width="700" height="394" border="0" /></a></p>
<p style="color: #888888;">No Porto de Santos, mercadorias ficam estocadas por muito mais tempo do que no resto do mundo, diz Staake</p>
</div>
<p style="color: #3e3e3e; text-align: justify;"><strong style="color: #000000;">Reformas difíceis</strong></p>
<p style="color: #3e3e3e; text-align: justify;">O governo brasileiro reconhece abertamente as deficiências. &#8220;A coisa é assim mesmo&#8221;, admite Antônio Henrique Pinheiro Silveira, secretário-executivo da Secretaria de Portos da Presidência da República. &#8220;Mas estamos trabalhando para acabar com os monopólios&#8221;, disse em entrevista à DW.</p>
<p style="color: #3e3e3e; text-align: justify;">Na opinião dele, o dilema do governo é que os monopólios não podem ser revogados por decreto. &#8220;Não queremos quebrar os contratos já existentes. Por isso, tentamos aumentar a concorrência de outras maneiras.&#8221;</p>
<p style="color: #3e3e3e; text-align: justify;">Neste ano, o clima entre os participantes do Encontro Econômico Brasil-Alemanha, em Hamburgo, era de cautela. Devido à atual estagnação econômica no Brasil, o número de participantes no fórum econômico mais importante entre os dois países foi menor do que no ano anterior.</p>
<p style="color: #3e3e3e; text-align: justify;">Para Staake, entretanto, apesar de todos os problemas logísticos, o Brasil continua sendo um mercado interessante. Ele afirma que pretende firmar outras cooperações. &#8220;Na Europa, buscamos adaptar unidades de logística à uma rede que una todos os meios de transporte. Também poderíamos ter sucesso no Brasil fazendo isso&#8221;, afirma.</p>
<p>Fonte: <a title="Infraestrutura portuária brasileira é entrave para comércio exterior" href="http://www.guiademidia.com.br/acessar_an.htm?http://www.dw-world.de/brazil" target="_blank">DW Notícias</a></p>
</div>
</div>
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		<title>STJ CONDENA FISCAL DA RECEITA FEDERAL</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2014 18:44:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="bloco_conteudo_cabecalho" style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a style="font-weight: inherit; font-style: inherit; color: #01a0db;" href="http://www.portaltributario.com.br/guia/acrescimo_patr_descob.html"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Evolução patrimonial</span></a> não explicada configura ato de improbidade</span></div>
<div class="conteudo_texto" style="text-align: justify;">
<p style="font-weight: inherit; font-style: inherit;">A evolução patrimonial e financeira desproporcional ao patrimônio ou à renda do agente público é, por si, ato de improbidade administrativa. Para a Terceira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ), essa </p>&#8230;</div>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="bloco_conteudo_cabecalho" style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><a style="font-weight: inherit; font-style: inherit; color: #01a0db;" href="http://www.portaltributario.com.br/guia/acrescimo_patr_descob.html"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Evolução patrimonial</span></a> não explicada configura ato de improbidade</span></div>
<div class="conteudo_texto" style="text-align: justify;">
<p style="font-weight: inherit; font-style: inherit;">A evolução patrimonial e financeira desproporcional ao patrimônio ou à renda do agente público é, por si, ato de improbidade administrativa. Para a Terceira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ), essa situação justifica a cassação de aposentadoria de um auditor fiscal da Receita Federal que apresentou declarações de bens falsas, demonstrando falta de transparência. A relatora do mandado de segurança é a desembargadora convocada Marilza Maynard.</p>
<p style="font-weight: inherit; font-style: inherit;">O colegiado levou em conta que não foi comprovada a licitude da evolução patrimonial e financeira e que o servidor apresentou declarações de bens falsas referentes aos anos sob exame no processo.</p>
<p style="font-weight: inherit; font-style: inherit;">O servidor foi auditor fiscal da Receita Federal por mais de 22 anos. Ele sustentava que a movimentação financeira incompatível com a renda e o patrimônio declarados seria, no máximo, um ilícito tributário, mas para que houvesse reflexo administrativo-disciplinar seria necessária a demonstração da prática de ilícito administrativo tipificado como tal pela Lei 8.112/90. Disse que não se demonstrou sua intenção dolosa de descumprir normas fundamentais da boa administração.</p>
<p style="font-weight: inherit; font-style: inherit;"><strong style="font-weight: bold; font-style: inherit;">Dolo genérico</strong></p>
<p style="font-weight: inherit; font-style: inherit;">Em seu voto, Marilza Maynard observou que, no caso de atos que atentam contra os princípios da administração pública (artigo 11 da <a style="font-weight: inherit; font-style: inherit; color: #01a0db;" href="http://www.normaslegais.com.br/legislacao/tributario/lei8429.htm">Lei 8.429/92</a>), o dolo se configura pela manifesta vontade do servidor de realizar conduta contrária ao dever de legalidade. Ela esclareceu que nesses casos a configuração do ato de improbidade depende da presença de dolo genérico, ou seja, dispensa a demonstração de ocorrência de dano para a administração pública ou de enriquecimento ilícito do agente.</p>
<p style="font-weight: inherit; font-style: inherit;">Marilza Maynard explicou que a conduta do servidor tida por ímproba não precisa estar necessária e diretamente vinculada ao exercício do cargo público. Ela entende que mesmo quando o ato se der fora das atividades funcionais, se ele evidenciar incompatibilidade com o exercício do cargo, será passível de punição por improbidade.</p>
<p style="font-weight: inherit; font-style: inherit;">Por unanimidade, os ministros da Seção não consideraram a pena desproporcional. A desembargadora Marilza Maynard também afirmou que a administração não tem discricionariedade para aplicar pena menos gravosa quando se vê diante de situações em que a conduta do servidor se enquadra nas hipóteses de demissão ou de cassação de aposentadoria.</p>
</div>
<div class="conteudo_texto" style="text-align: justify;"> STJ – 27.08.2014 – MS 12660</p>
<p>Fonte: <a title="STJ CONDENA FISCAL DA RECEITA FEDERAL" href="http://mapajuridico.wordpress.com/2014/08/28/improbidade-evolucao-patrimonial-nao-explicada-caracterizacao/" target="_blank">Mapa Jurídico</a></div>
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		<title>Comissão da MP 649 adia votação de parecer</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2014 18:33:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">BRASÍLIA &#8211; A comissão mista da Medida Provisória 649/2014, que prorroga o prazo para entrada em vigor da exigência de inscrição de imposto em notas fiscais, adiou a reunião marcada para manhã desta quarta-feira, 3, a fim de votar o &#8230;</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">BRASÍLIA &#8211; A comissão mista da Medida Provisória 649/2014, que prorroga o prazo para entrada em vigor da exigência de inscrição de imposto em notas fiscais, adiou a reunião marcada para manhã desta quarta-feira, 3, a fim de votar o parecer. O texto não foi analisado porque o relator da MP, deputado André Moura (PSC-SE), impediu a votação.</p>
<p style="text-align: justify;">Parlamentares presentes à reunião criticaram a ausência de André Moura. Eles queriam esclarecimentos sobre as emendas incluídas no texto original da MP. A medida alterou a Lei da Transparência Fiscal (Lei 12.741/12) que criou a obrigatoriedade de divulgação dos impostos pagos pelo consumidor.</p>
<p style="text-align: justify;">A punição para empresas que desrespeitarem essa divulgação, com a MP, entra em vigor a partir de 1º de janeiro de 2015. Antes, os Procons nos estados e no Distrito Federal poderiam fazer fiscalizações a partir do dia 9 de junho.</p>
<p style="text-align: justify;">Por pressão de empresários, foi a segunda vez que o prazo de aplicação de punições foi adiado. Numa MP anterior, a 620/2013, o Executivo já havia adiado esse prazo em um ano, a partir de junho do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">O relator incluiu na MP a ampliação até o ano de 2018 para a desativação dos lixões no país. Esse prazo havia expirado no dia 2 de agosto, embora muitas prefeituras e estados não tenham se adequado a nova norma.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra inovação do parecer do deputado refere-se à renovação, até 2042, de contratos de energia elétrica entre geradoras e grandes empresas. É o caso de grandes empresas instaladas no Nordeste que hoje compram energia direto da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) por um preço muito menor do que o praticado pelo mercado. Esses contratos acabariam em junho de 2015 pela lei vigente. Essa inovação chegou a ser incluída numa MP anterior, a de número 641/2014, mas não foi votada a tempo e perdeu a validade no final de julho.</p>
<p style="text-align: justify;">A MP 649 tem de ser aprovada até meados de outubro pelo Congresso, sob pena de caducar. Tem de ser votada pela comissão mista e pelos plenários da Câmara e do Senado.</p>
<p>Fonte: <a title="Comissão da MP 649 adia votação de parecer" href="http://www.dci.com.br/politica-economica/comissao-da-mp-649-adia-votacao-de-parecer-id412974.html" target="_blank">DCI</a></p>
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		<title>Impostômetro deve registrar R$ 1,1 tri nesta 5ª-feira</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2014 18:26:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">SÃO PAULO &#8211; O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) deve registrar, às 3h30 desta quinta-feira, 04, o valor de R$ 1,1 trilhão. O montante equivale a todos os impostos, taxas e contribuições pagos pelos brasileiros à União, &#8230;</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">SÃO PAULO &#8211; O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) deve registrar, às 3h30 desta quinta-feira, 04, o valor de R$ 1,1 trilhão. O montante equivale a todos os impostos, taxas e contribuições pagos pelos brasileiros à União, aos Estados e aos municípios neste ano. De acordo com a entidade, esse valor será alcançado com 20 dias de antecedência em relação ao ano passado, quando a marca foi registrada somente no dia 24 de setembro.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o presidente da ACSP, Rogério Amato, os números mostram que não há mais espaço para aumento da carga tributária e que é necessário implantar mudanças no sistema fiscal do País. &#8220;O próximo governo terá de fazer ajuste nas finanças públicas e, paralelamente, procurar o setor privado para viabilizar concessões e parcerias e, assim, atacar os gargalos que oneram o setor produtivo e os cidadãos&#8221;, defendeu em nota enviada à imprensa.</p>
<p style="text-align: justify;">Na avaliação de Amato, é fundamental restabelecer a confiança dos empresários e consumidores, que têm apresentado baixos porcentuais nas pesquisas. De acordo com ele, isso será possível por meio de um programa de ajuste fiscal &#8220;crível&#8221; e uma agenda de reformas que, &#8220;mesmo implementadas gradativamente, sinalizem perspectivas de retomada de crescimento&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a title="Impostômetro deve registrar R$ 1,1 tri nesta 5ª-feira" href="http://www.dci.com.br/politica-economica/impostometro-deve-registrar-r$-1,1-tri-nesta-5%C2%AAfeira-id412996.html" target="_blank">DCI</a></p>
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		<title>Pessoal ocupado na indústria cresceu 1,7% entre 2011 e 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2014 18:16:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p style="color: #333333; text-align: justify;">O número de trabalhadores empregados na indústria cresceu 1,7% entre os anos 2011 e 2012,<span style="color: #000000;"><a style="color: #0c88d8;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2014-09/receita-de-vendas-da-industria-cresceu-9-em-2012-diz-ibge" target="_blank"><span style="color: #000000;">segundo dados da Pesquisa Industrial Anual</span></a></span> (PIA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados hoje (3). O total de ocupados na indústria chegou &#8230;</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #333333; text-align: justify;">O número de trabalhadores empregados na indústria cresceu 1,7% entre os anos 2011 e 2012,<span style="color: #000000;"><a style="color: #0c88d8;" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2014-09/receita-de-vendas-da-industria-cresceu-9-em-2012-diz-ibge" target="_blank"><span style="color: #000000;">segundo dados da Pesquisa Industrial Anual</span></a></span> (PIA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados hoje (3). O total de ocupados na indústria chegou a 8,78 milhões em 2012.</p>
<p style="color: #333333; text-align: justify;">Apesar disso, o número médio de empregados por empresa caiu de 28 para 27 no período, já que cresceu o número de empresas cresceu em proporção maior que a de empregos (5%). “Não houve tanta demanda [por trabalhador] quanto no ano anterior. Isso fez com que a média de empregos por empresa caísse um pouco de 2011 para 2012”, disse o analista do IBGE, Denis Oliveira.</p>
<p style="color: #333333; text-align: justify;">A pesquisa mostrou ainda que os gastos com pessoal no segmento industrial subiram de R$ 318,9 bilhões para R$ 353,5 bilhões, ou seja, 10,8%. Os gastos com pessoal representaram 14,4% dos custos da indústria, ligeiramente abaixo do que representavam em 2011 (14,5%).</p>
<p>Fonte: <a title="Pessoal ocupado na indústria cresceu 1,7% entre 2011 e 2012" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2014-09/pessoal-ocupado-na-industria-cresceu-17-entre-2011-e-2012" target="_blank">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Índice de commodities tem queda de 1,34% em agosto</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2014 18:12:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p style="color: #333333;">Os preços das <em>commodities</em>, produtos primários com cotação internacional, apresentaram queda de 1,34%, em agosto comparado a julho. Com o resultado, o Índice de Commodities Brasil (IC-Br), calculado mensalmente pelo Banco Central (BC), apresentou queda de 2,69% em 12 &#8230;</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #333333;">Os preços das <em>commodities</em>, produtos primários com cotação internacional, apresentaram queda de 1,34%, em agosto comparado a julho. Com o resultado, o Índice de Commodities Brasil (IC-Br), calculado mensalmente pelo Banco Central (BC), apresentou queda de 2,69% em 12 meses, encerrados em agosto.</p>
<p style="color: #333333;">O IC-Br é calculado com base na variação em reais dos preços de produtos primários (<em>commodities</em>) brasileiros negociados no exterior. O Banco Central observa os produtos que são relevantes para a dinâmica dos preços ao consumidor no Brasil.</p>
<p style="color: #333333;">No mês passado, o segmento agropecuário (carne de boi, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café, arroz e carne de porco) apresentou queda de 2,24%. O preço das <em>commodities</em> do segmento de energia (petróleo, gás natural e carvão) caiu 1,45%, enquanto o de metais (alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo e níquel) apresentou alta de 2,76%.</p>
<p style="color: #333333;">Em agosto, enquanto o IC-Br apresentou queda, o índice internacional de preços de <em>commodities</em>(CRB), calculado pelo Commodity Research Bureau, registrou alta de 0,65%. Em 12 meses, houve queda de 0,35%.</p>
<p>Fonte: <a title="Índice de commodities tem queda de 1,34% em agosto" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2014-09/indice-de-commodities-tem-queda-de-134-em-agosto" target="_blank">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Empreendedores negros ainda têm dificuldade em conseguir crédito</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2014 18:08:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p style="color: #333333; text-align: justify;">Em seminário realizado nesta terça-feira (3), em Brasília, a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir), apresentou um panorama da população negra empreendedora e as dificuldades enfrentadas pela falta de medidas que os apoiem &#8230;</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #333333; text-align: justify;">Em seminário realizado nesta terça-feira (3), em Brasília, a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir), apresentou um panorama da população negra empreendedora e as dificuldades enfrentadas pela falta de medidas que os apoiem como empresários.</p>
<p style="color: #333333; text-align: justify;">Eles ainda enfrentam dificuldades em conseguir acesso a crédito bancário, mesmo sendo parcela mais presente nos micro e pequenos negócios. Essa situação acaba impondo alguns limites para o desenvolvimento e ampliação dos seus empreendimentos.</p>
<p style="color: #333333; text-align: justify;">O professor Marcelo Paixão, do Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais da Universidade Federal do Rio de Janeiro, ressalta que essa situação é consequência da posição histórica dos negros no Brasil.</p>
<p style="color: #333333; text-align: justify;">&#8220;A dificuldade de se conseguir empréstimos bancários se dá à luz do grau de confiabilidade no agente que pede&#8221;, afirma Paixão.</p>
<p style="color: #333333; text-align: justify;">A ministra da Seppir, Luiza Bairros, considera importante a criação de medidas e de estratégia para a inclusão e participação desses pequenos empreendededores na economia.</p>
<p style="color: #333333; text-align: justify;">&#8220;O trabalho da Seppir, hoje, é estimular agências, a exemplo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, dos bancos do Brasil e do Nordeste para desenvolver ações e metodologias no sentido de aumentar o acesso ao crédito para esse segmento&#8221;, disse a ministra.</p>
<p>Fonte: <a title="Empreendedores negros ainda têm dificuldade em conseguir crédito" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2014-09/empreendedores-negros-ainda-tem-dificuldade-em-conseguir-credito" target="_blank">Agência Brasil</a></p>
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